domingo, 5 de fevereiro de 2012

007 a esquerda.

O James Bond é um péssimo detetive. Por outro lado é um grande comedor.
Todos reconhecemos isso, dês de 62 ele já passou a vara em muita mulher gostosa.
Inclusive acho que essa comilança toda tem a ver com "permissão para matar". Nunca vi ele tirando uma camisinha do bolso pra comer aquelas minas. Todas devem ter AIDS.



E esse lance de "permissão para matar" eu nunca entendi. Quando era criança ficava imaginando "Onde eu consigo uma permissão dessas? Será que se tira como carteira de motorista? A gente vai lá, faz 18 anos, entra numa escola de assassinos estuda, faz o teste e pronto! Pode matar quem você quiser, a gente deixa!" Ficava imaginando que minha vida seria bem mais fácil se eu pudesse matar quem eu quisesse de boa, igual o 007.

James Bond é tipo Deus, ele tem permissão para matar e para engravidar quem ele quiser.
Já pensaram nisso? Deus engravidou Maria sem a permissão dela, ele apenas notificou "olha, você vai ter um filho meu e pronto", tipo assim, ele não mandou umas flores antes, não levou ela pra jantar ou mesmo mandou uma pomba com um recadinho amoroso, não! Ele mandou um empregado avisar ela que a partir daquele momento ela estaria grávida. Foi um estupro espiritual.
Deus é James Bond, por isso 007, 7! Sétimo dia, o dia de Deus, domingo.

Permissão para matar e comer quem você quiser.

Agora, o por quê dele ser um péssimo agente secreto. Isso é revelado nos primeiros 5 segundo de todos os filmes. Eis a abertura do filme para que vocês entendam:


Olha o tipo desse mané! A câmera da perspectiva de cilindro da arma na mira do 007. Que agente secreto é esse que fica na mira do assassino 6 segundos e depois atira? 6 segundos na mira!!! Ele já devia estar morto no segundo segundo! 
E pior! Quem é esse idiota que ta mirando nele? Por que não atira logo? Já encurta o filme "Um, dois bum! Pronto, fim".
Quem ta apontando a arma pra ele? Deve ser o Patolino! 

Não faz sentido mano...


sábado, 4 de fevereiro de 2012

SABEDORIA

Lembro que meu pai me ensinou a rezar quando eu era pequeno. Não me ensinou o "pai nosso" ou outras orações assim, essas aprendi na igreja e esqueci nas escolas.

Eu era bem pequeno, estava sozinho com ele no meu quarto em Brasília, cidade onde nasci, fazia sol e estava um clima agradável. Meu pai sempre foi grande, um urso,  e ainda hoje sou menor que ele. Eu vejo aquele homem grande que cuida de mim falando sobre o quê pedir para Deus.

Nessa época ainda achava que Deus era um primo do Papai Noel, ou eram o mesmo cara com funções diferentes, tipo "bad cop, good cop". Enfim, nesta época ainda tinha essa visão de Deus. Hoje não tenho visão nenhuma de Deus. "Deus" é uma palavra que ganha valores e imagens diferentes para cada um que fala e ouve. Mas se querem saber sou daqueles que acha que sim, Deus somos nós, todos e tudo é o mesmo. Deus é "carbono".

Enfim, neste dia meu pai me disse assim: Meu filho, quando for pedir alguma coisa para Deus, sempre peça por SABEDORIA.  Sabedoria é o mais importante. 

De tantos momentos que compartilhei com ele fico feliz de não ter esqueci esse, nunca esqueci, nunca.

E além de achar uma palavra bonita, concordei completamente. Afinal de contas, tendo sabedoria podemos dar um tempo para Deus e pedir menos. Até por que temos sabedoria suficiente para cuidar de nossas vidas. Me parece um ótima coisa para se pedir. É tão bom ouvir sabedoria, parece que nos faz sábios esse compartilhar.

 Eis aqui um sábio: EDUARDO GALEANO



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Pássaro

Escolhi o próximo livro a ser mastigado, mais um Veríssimo. Não existe contra indicação para este. Tomando meu Capuccino penso. Hum... Vou ler na varanda. Sim, tenho uma varanda, moro quase no centro de São Paulo, e tenho uma varandinha que acolhe uma rede que me acolhe. Por maior que seja a ofensa para a rede se esticar por aqui e não na frente da natureza.

Isso, vou ler Veríssimo esticado em minha rede aproveitando o Sol. O poderoso Sol que o homem não vai atingir, graças a distância! Se fosse um pouco mais perto, nem imagino a merda que ia dar, as idéias bizarras de naves espaciais visitando a orbita do Sol com gente da classe A e AA. Pacotes de viagem o ano inteiro, pois perto do Sol sempre é verão! "Venha pegar o bronze de Zeus, aproveita a sauna solina, novo tratamento de beleza". Enfim, que bom que o Sol está longe,  é uma natureza e sempre irá tocar o homem por mais concreto que exista em nossa volta.

Tiro a camisa, deito, deleito. Só quando começo a ler percebo a trilha sonora da minha leitura. Ao longe uma furadeira insistente, ao perto carros alternados e no meio, em algum lugar incerto, um pássaro de bonito canto. Nossa! Um pássaro, um pássaro mesmo. Um pássaro da classe A, não um pombo classe D.

Sobrevivente que se faz ouvir no meio de máquinas.
Ufa... Furadeiras, carros e pássaro.



Torço que também esteja tomando Sol.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

CONVERSA AFIADA 5 - O momento está crítico!

-       O momento está crítico!
-       Mesmo?
-       Mesmo.
-       Ótimo.
-       Ótimo?!
-       Qual o problema?
-       O momento está crítico!
-       Ó TI MO.
-       O que vamos fazer?
-       Nada. Em momento crítico, deixe que critiquem, o momento foi feito pra isso. Receber críticas.
-       E o que eu faço?
-       Espere...
-       O quê?
-       Espere até a coisa ficar feia!
-       Não podemos! Por quê?!
-       Sim, quando o momento virar um coisa... e ainda por cima feia! Aí sim. Vamos lucrar.
-       Mesmo?
-       Mesmo mesmo! Espere a coisa ficar bem feia e tire uma foto. Ou melhor, filme! Colocamos na internet e esperamos.
-       Ãh?
-       As pessoas adoram coisas feias na internet. Ficam curiosas. Dizem que são de outro planeta. Melhor ainda se de feia, virar uma tragédia.
-       Tragédia não é bom.
-       Exato, é ótimo. As pessoas amam tragédias. Podemos fazer uma novela. E todos adoram novelas.
-       Verdade, minha mãe não perde um capitulo. Tem que ser um estouro!
-       Sim! Vai bombar! E se bombar!
-       Bum!
-       Vai explodir, explodindo o momento crítico desaparece com todo o resto. Estamos salvos!

Investimento em estudos

Investimento em estudos

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Elas... ela!

Música do post

A Jussara era uma mina que eu chamava de moça, a Jéssica era moça, e eu chamava de Dona,  sendo que a Dona era a Tatiana, mas eu a chamava de gata,  ela queria que falasse “meu bem,” mas na verdade o meu bem era a moça, que no fundo queria ser chamada de gostosa. Porém gostosa mesmo era a Thamila, mas era gostosa por que era cachorra, coisa que a Juliana julgava ser, no fundo não passava de uma pirigueti. Com todas tentei falar “pirigueti”, achava divertido a sonoridade,  nenhuma gostou... Nem a cachorra. Ainda teve a Ana que era a lindinha, mas ela não dava ouvidos pro que eu falava, até por que era surda...  A Karen queria instituir que a chamasse de “morr”, me recusava e a chamava de Karen, embora a Dani tivesse muito mais de Karen do que a Karen.  A Bruna era gostosinha, e a chamava assim, e claro, ela se julgava gostosona, preferia “meu amor”.  Mas meu amor mesmo é a Bella, que eu gosto de chamar de Bê. E quer saber? Ela adora! 

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